BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

NÃO AGUENTO MAISSSSSSSS!

Oi leitores. No colégio que eu estudo, a pressão é tipo isso aqui:


-------- --------------------------------------------------
colegio normal colegio que eu estudo

E por esse motivo, me divertir, ter um tempo livre pra me divertir É IMPOSSÍVEL! eu tento ler, não consigo. eu tento brincar com meus animais, eu não consigo. entrar em jogos que eu amo, não dá!
NÃO DÁ!NÃO DÁ! NÃO DÁ!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Capture 1- Visita Rotineira

O reino do meu pai era belíssimo, de dentro a fora. Com muros esculpidos e emoldurados com tamanha perfeição, me sentia numa verdadeira Igreja da época. Uma Igreja gótica. Uma belíssima escultura feita para e somente a Deus. Sim, eu era muito religiosa, e por esse mesmo motivo meu pai havia construído uma capela em nosso quintal. O caminha até a capela era glamuroso, iniciava-se com uma calçada de mármores claros como as nuvens e límpidas como a água, logo os arbustos eram muito alinhados um aos outros e haviam formas esculpidas neles: deuses, coroas, animais e até minha DeusAlinhar à esquerdaa.
Minha Deusa, Vanette, uma Deusa da qual todos do reino custavam a acreditar e prezar, creíam que sua existência era invenção de um monge louco. Pelas cidades os assuntos eram sempre os mesmos: xingamentos direcionados ao meu pai e da Deusa Vanette.
Para mim, Vanette era a Deusa da beleza e da justiça. Era essencial a crença dela, pois minha mãe costumava me dizer:
- A Deusa nos herdou a beleza e o poder, ou seja, a justiça a favor de nós.
Minha mãe era uma encantadora mulher, com louras madeixas caídas ao ombro, olhos verdes escuros e lábios perfeitos e alinhados. Todos do palácio me elogiavam dizendo que havia puxado o físico e a fisionomia de minha mãe; coisa que eu custo a acreditar. Eu, apesar de ser da família real, não me cuidava, não era vaidosa, não tinha os cabelos louros mas castanhos negros. Meus olhos eram de um marrom tão intenso, que juro que dizer que tinha cor de fezes, não seria exagero. Mas em geral, eu era magra, reta (com postura de princesa) e sempre educada, não importava o que.
Certa vez, em minha escola leiga, minha professora de teologia havia me perguntado qual o primeiro mandamento de Deus. Aquela mulher me detestava, me invejava, meus pais pagavam uma fortuna rica em comida e taxa e ela me desrespeitava. Minha resposta foi das melhores:
- Não sei, senhora Vilma, mas sei que um dos mandamentos é de NUNCA suspeitar do próximo.
Suas sobrancelhas se tornaram uma só, e com o rosto vermelho pronunciou:
- E-R-R-A-D-O-!
Retomando a real história, meu pai possuía este imenso castelo, onde eu, minha mãe e ele mandávamos. Minha mãe se responsabilizava na economia do reino e meu pai na administração e planos futuros, mas eu, meus pais já haviam planejado tudo. Casaria-me com um nobre, monge ou monarca de outra nação e continuaria os passos de meus pais em FallsPost.
Nascida e criada em FallsPost, sempre fui o tipo de garota de quinze anos humilde e delicada.Nunca tive meu momento a sós. Mas quando tinha, reservava um tempo para meu diário. Sentava-me na minha cama de luxo feita com especialidade a mim! Com a madeira tão clara e macia, o colchão imenso e de algodão chinês, cortinas envolvendo as bordas da cama a serviço de me protegerem de insetos, sempre me sentia confortável para anotar sobre meu dia-a-dia em um pedaço de papel. Meu diário era de couro bege e era lacrado por uma fechadura fortíssima, herdada de meu pai, óbvio.
Eu não tinha muito o que anotar, apenas o de sempre: "Querido Diário, hoje acordei cedo e fui a padaria da quadra Yuio e comprei dois quilos de pão, voltei pra casa e peguei minha mochila, cheguei na escola e aprendi sobre religião, geografia, matemática, etc com a chata da senhora Vilma me torturando, logo voltei para casa e almocei um peito de peru suculento e delicioso, papai me pediu para rezar na capela e rezei quatro pai nosso e sete Ave-Maria. Depois de rezar, cenei junto a minha família, fiz o dever com Dreje e tomei um banho rápido.
Sempre a mesma coisa. Não comentava sobre as visitas de moradores com problemas financeiros ou legislativos, mas sabia quem vinha e que ia. Normalmente apareciam três ou quatro nobres a pedido de renovar os impostos, rotineiramente vinham sempre camponeses desempregados ou famintos, mas todo dia um jovem rapaz, de aparentemente minha idade, rodeava o castelo com uma sacola de palha e uma roupa de calor.
"Quem seria aquele menino" me perguntava. Mas sempre o ignorava. Mas todos os dias eu espiava pelo olho mágico de minha porta e via o mesmo rapaz com a mesma aparência esgotada e usando as mesmas roupas de todos os dias. Creio que sou a única que havia percebido essas estranhas e duradouras visitas do rapaz.
Decidi que anotaria, desta vez, sobre esse garoto em especial: "Diário, acreditas que há um menino rondando o castelo? Não que eu me importe, me preocupo. Ele parece ser de uma família pobre, o que eu faço?" Eram as únicas frases que escapavam de minha mente.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Promessa ainda está de pé!

Oiiie, então lembram da minha promessa... Eu não cumpri hehe. Mas foi porque minha mãe do nada, decidiu que na sexta feira agente ia viajar pra Ubatuba. Mas ela só avisou na sexta feira! Então eu só voltei segunda, e só postei segunda. Oks? Então é isso. Aqui está a história V

outra história eu ainda vou postar daqui a um tempo. Bjs xau.
V
V
V
V
V

Corrida vital


Como se já não bastasse eu estar em uma encruzilhada, num lugar que sabe se lá existe, Nati estava lá, com cara de aventureira.
- Nati, esquece - digo convencida. Mas ela não se convence e questiona minha “ordem”.
- Porra nenhuma, estamos nessa juntas.
Sua preseverancia é implacável, inútil de lutar contra. Fito meus olhos nos dela e derrotada digo:
- Vamos achar a “pessoa”, então.
Um sorriso alarmante se forma em sua face, causando medo em mim. Sua alegria logo termina quando um medonho monstro de quatro metros surgi. Corremos até o arbusto em que Nati se escondera. Assisto aterrorizada o monstro devorar o pedaço de filé que carrega nas mãos. Os dentes todos tortos triturando os pedaços... Era um...
- O que é isso? - interrompi Nati, quando penso. Falando baixa e cautelosamente respondo:
- Deve ser um Ilow.
- Ilo o quê?
- São criaturas místicas de Lúcifer, criadas como soldados fiéis.
- Mas espera aí, você é filha dele, eles não podem lhe fazer mal.
- Correto, mas por invadir propriedade, nada garante.
- Hummm.
- E além do mais, você não é filha dele e sim de seu inimigo mortal, Goodnight.
- Ah vá, e é culpa minha se a Aliança de Vampiros me destinou a ele, você...
Correto, a Aliança de Vampiros que envenenou o sangue vulnerável de Nati decidira seu Deus, mas fui eu. Nós estávamos unidas por sangue, portanto a Aliança de Vampiros de Nati era eu, Evil e seu mentor. Lembrei-me de Evil, o que fez meu rosto deprimir-se.
- Nati, quem é seu mentor?
O olhar de dúvida dela provocou em mim fúria. Como assim ela ainda não conhecera o mentor!? Eu própria conheci Evil aos três anos. E se Nati precisar esperar três anos para conhecê-lo, faz sentido. Mas ela é filha de Goodnight, o que muda o conceito exato do mentor, as Legile de Vampirri e principalmente a Associação de Vampiros/ Aliança de Vampiros. Indignada com a pergunta respondeu:
- Não sei! Tá!
Não pude evitar um riso, seguido por outro. Parei. O Ilow havia notado algo, a presença de algo... Colquei meus dedos sobre meus lábios, em função de aquietar (encerrar) a conversa. Mas não durou muito, comecei a meditar:
- Evil, por favor, apareça - pedia.- precisamos de você.
Abri os olhos com esperança, a fé transbordava minha alma. Mas o único que vi foi Nati confusa. Triste cobri o rosto com as mãos e desabei em lágrimas. Ele havia me abandonado! Pensava. Não era possível, por que ele faria aquilo?! Nunca o desapontei. Bati as mãos no gramado cortando-me em um caule de rosas espinhosas. Dei um gritinho de dor. O Ilow furioso com o barulho vasculhou o local. Bravo e concentrado, esmagava os arbustos que encontrava em seu caminho. Fiquei temerosa e Nati deitada ao chão pedia confusa (tentando me imitar) que seu mentor aparecesse e nos salvasse. Pleo contrário...
- Pare! - ouvi. O rebelde guerreiro vestido de roupas de aço de ouro, ordenava ao Ilow que parasse. - Lúcifer não gostaria de encontrar se jardim bagunçado, Ilow!
Lúcifer? Devia imaginar. Mas o jardim não tem nada em comum com Lúcifer. O jardim era belo, puro e reluzente de paz. Os matagais compostos por árvores e arbustos jovens. O céu azulado, como dia. Mas era noite!
-Lugar mágico nunca segue as regras, Evan - soou calmo. Encarei o vampiro brava. Poxa, além de ele só aparecer depois, ele ainda lê meus pensamentos! Foquei em seus olhos e palavras confiantes atravessaram meus lábios.
- Olá Evil - o olhei de cima a baixo. - Bela armadura.
- Graci - agradeceu em italiano.
- O que ela faz aqui?
Não pude evitar de ver Evil encarando com nojo Nati.
- Por acaso tem algum problema! - aquilo soou mais como uma afirmação que uma pergunta, mas Evil assentiu. Vi que Nati não estava sentindo-se insultada e correu em direção dos braços do meu mentor e o abraçou, agradecendo:
- Que bom que você veio! Ou aquele Ilow comeria-nos!
- HÁ HÁ - riu de deboche. - Ilows não comem vampiros! São alérgicos a sangue, Nati! HÁ HÁ.
Quase avancei em sua direção e o derrubei no chão, mas contive-me. Ninguém fala com Nati assim, só os pais dela, e Evil estava longe der estar próximo de ser pai dela. A harmonia que Evil me fazia sentir com apenas um sorriso era o suficiente para cair loucamente apaixonada por ele. Eu sei que ele pode estar ouvindo tudo que estou dizendo, pois ele lê mente, mas isso não me impede de pensar como uma garota normal uma vez. Me virei para Evil e perguntei:
- O que você faz aqui? - pra ser sincera resmunguei, não queria sua presença depois da briga que tivemos nos céus.
Mostrando-se inatingível respondeu:
- Você me chamou, Evan, e como mentor meu dever é protegê-la.
Owwwww, que fofo! Mas se ele pensa que dizer coisas fofas me farão esquecer a briga, ele está muito enganado!
Com a saída do Ilow, me distanciei de Evil e arrastei Nati pelo pulso, enquanto ela admirava a beleza de Evil. Fui em direção a uma ponte, uma ponte curta, porém me privaria de molhar a calça novinha que ganhei semana passada. Temerosa atravessei-a, tomando cuidado para ela não arrebentar enquanto eu estivesse em cima dela. Evil não pareceu encantado nem coisa do gênero, mas nos seguiu.
- Evil, sai!
Minha impaciência estava só com 0,01 e Evil não estava ajudando em nada! Atravessando a ponte, vi um castelo que não se igualava a magia do jardim. O palácio era de um vermelho cor de sangue com pequenos retalhos pretos, tinha uma grande porta com um demônio desenhado ao seu topo, como se estivesse lá para receber o visitante. As flores e arbustos ao se aproximarem do castelo, perdiam a cor e a beleza. Que lugar estranho, pensei. Toda a magia desaparecia dando lugar ao mal. Com os punhos fortementes cerrados nas mãos de Nati, formou-se uma marca horripilante, dolorido o bastante para ela parar de caminhar e gritar:
- Ai!
Rosnei.
- Evan, calma, não estamos na guerra!
Meu olhar bravo a fez choramingar. Parei e disse, sem paciência:
- Olha Nati, foi você quem quis vir me acompanhar, agora agüente.
Com certeza seu orgulho foi ferido com essa frase. Imóvel, permaneceu no gramado seco e duro. Fuzilei-a mas nem mexeu um músculo. Sua respiração estava lenta e fraca. A cada suspiro, ouviam-se ruídos partir de seu pulmão, provocando calafrios. Esse lugar não está fazendo bem a ela. Pensei. É melhor eu ir andando, antes que eu também seja afetada. Meu egoísmo era incomparável, mas eu estava aqui a fim de uma missão. Meu cérebro mandava eu parar, mas minha intuição mandava prosseguir sem pena ou solidariedade. Ouvi por detrás de mim Evil dizer:
- Nati, deixa eu te levar daqui. Eu sei que a Evan é uma hipócrita egoísta!
Dei meia volta, estava boquiaberta, com o queixo tocando a grama. Meus olhos esbugalhados, saiam chamas do meu nariz e ouvidos. Em quantos as faíscas acabavam, eles já estavam distante, no gramado fértil e belo. Eu não. Eu estava no feio e seco gramado próximo ao castelo. Senti-me em pânico de ir sozinha, apesar de ser meu primeiro intuito. Em quanto via Evil carregando Nati na direção oposta apenas estendi a mão e pedi à Deusa. Controlei-me e abri o palmo na direção deles. De minha mão brotou uma pequena pedra, que logo foi rodeada por diversas outras. Assustei-me mas detive-me de gritar como uma garotinha. Uma das pedras caiu de meu palmo, sem provocar qualquer machucado. Caiu no chão e dei um salto. O chão, apenas a área na qual ela caiu, estava com o mesmo gramado que Evil e Nati estavam. Os dois pararam para ver tudo o que eu estava vendo, mas não acreditaram em seus olhos. Deixei escapar uma das pedras que foi em direção de meus amigos, quase os atingindo. Só assim para eles acreditarem em mim.
Corri na direção deles, abandonando o velho e robusto gramado. O aroma natural do outro lado do jardim era acolhedor e saudável, diferente do outro. Minha mão estava tremendo e meu corpo se aqueceu. Senti um alívio ao tocar a grama verde e não marrom. Sentindo-me nada abatida, tirei Nati dos braços de Evil e a forcei a caminhar comigo no gramado mais “feio”.
- Se você quer matar sua amiga, vá em frente.
Fuzilei Evil com o olhar. O bater cardíaco de Nati realmente demonstrava cansaço e fraqueza. Mas meu desejo em descobrir quem estava em perigo, era maior. Sempre que eu olhava para o maligno castelo, suava e sentia breves calafrios circular meu corpo. A adrenalina também estava incluída, tudo de mal percorria meu sangue pulsante na maratona nas veias. Minha visão ficava borrada e logo boa novamente. Tudo ia modificando-se quanto mais próximo estava do castelo. A cada passo, Nati ronronava ou rosnava de medo ou insegurança. Também percebi, que quanto mais próximas estávamos, mais moribunda Nati ficava. Sentia-me culpada em saber que a culpa era minha, mas Evil só piorava ainda mais a situação. Com seus longos e silenciosos passos, ele estava me deixando nervosa.
O gramado, antes belo e úmido, agora se tornara morto e seco. Todas as árvores e arbustos estavam nus com a quantidade mínima de folhas (secas).
Ouvi uns berros de um homem vindos do castelo. Me comprimi como uma corcunda pobre e doente. Todos a minha volta (Evil e Nati), apenas sussurravam orações. Minhas panturrilhas, fracas e exaustas da caminhada, cederam. Caí, perdendo pela gravidade, feito uma pedra de nove toneladas (exagero). Evil se curvou até mim para segurar meu braço. Eu estava fria e Evil havia percebido isso. É claro que por ter caído, Nati também caiu, mas não permiti que ela se machucasse e fiz o máximo que pude para deixá-la cair com o mínimo de impacto com o solo possível. Ela choramingou e xingou-me baixinho, mas ao me ver caída no matagal, partiu para cima de mim dando tapinhas de leve em minhas bochecha...
O desmaio foi instantâneo...


Acordei espirrando e respirando ofegante. Bufava. De minha boca saía fumaça, aquelas de inverno. Mas não estava inverno, principalmente sabendo que esse seria um dos meses mais quentes em décadas. Então por que esse frio que estou sentindo?
Espiei tudo a minha volta, mas não vi nada nem ninguém. Lembrei-me de Nati e Evil, mas só isso... Não lembrava como fui parar aqui, nem por que? Eu estava com amnésia? Pensava, com dificuldade.
Surgi então uma magnífica silhueta. Logo sua imagem solidifica-se e vejo Vênus. Ela estende sua mão em minha direção. Seu vestido rendado de um algodão vermelho tão belo e macio, bordado por fios de seda de ouro, destacando todas as perfeitas curvas da Deusa - a única com quem eu realmente me sentia focada/estável. Ela era - dos três Deuses - a única com que me sentia segura e bem. Fui concebida pelos dons mais extraordinários dos três Deuses! O que é impossível.
Ao tocar sua mão, bombásticas imagens surgiram diante de meus olhos. Uma visão tão bárbara que me fez sentir que estava presente, surgi ao meu lado. Uma imagem tridimensional. Com as pálpebras bem abertas, avisto dois seres atrás da Deusa. Um dos seres era uma menina de cabelos louros e olhos azuis. O outro ser era um homem de forma física perfeita e muito bonito. No momento, lembrei-me de um cavaleiro (aqueles dos contos de fadas) sobre um magnífico cavalo branco que galopava tão levemente... Mas minha fantasia é finalizada ao ouvir a rouca voz de Nati:
- Evan, ufa, você acordou!
Franzi as sobrancelhas e perguntei aflita:
- O que houve?
A Deusa me carregou nos braços - como já fizera antes- e se levantou devagar, dizendo:
- Filha, você desmaiou.
- Disso ela já sabe, Vênus - alertou Nati.
- Está bem. Mas algo a assustou, Natália. O que será que foi?
Nati não teve tempo de responder, pois me antecedi:
- Mar... Mar... Marce...
- Marcelo - sussurrou Nati. - Marcelo! - percebeu Nati.
- Aquele menino? O garoto da cabana, Evan? - perguntou a Deusa.
Todos se entreolharam e em uníssono exclamaram:
- Vivo!?
Com dificuldade, me soltei dos braços da Deusa. Com meu indicador, apontei nervosamente com a mão tremendo para o castelo.
- Vou até lá.
- Não - disse Evil me detendo ao segurar um de meus braços.
O encarei nervosa e murmurei:
- O que lhe importa?
- Evan, sou seu mentor.
- Não mais - foi a única coisa que pude dizer.
A Deusa me segurou pelo outro braço e frenética perguntou:
- O que isso significa?
- Significa que eu troquei de mentor, ou diria mentora?
Todos me olharam com uma cara de interrogação. Vênus se aproximou de mim e perguntou:
- Como assim, filha? - Vênus me soltou e olhou para o castelo. - Ele não vai concordar com isso.
- Isso não me importa. Mas já me decidi e mudarei de mentor.
Encarei Evil com raiva fazendo-o me soltar. Segui reto até me aproximar de uma cerejeira. Abocanhei um dos frutos maduros. O gosto me despertava prazer e força. Não ia desistir assim tão fácil.
Cambaleei até a próxima cerejeira e refiz o que fizer antes. Continuei fazendo o mesmo até estar completamente forte e esperançosa. Quando dei uma ultima olhada para trás, entristeci ao ver que Evil não estava mais lá. Mas continuei firme e forte em direção ao castelo.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Voltei!!!!!!!! Mas por pouco tempo...


Ooii, vou postar depois de um tempãaaaao.

Então, gente se vocês não sabem são férias! Give us a brake! [Se você não sabe o significado disso, vai no Google Tradutor.]
Poxa, nós blogueiros só fazemos postagens pra vocês, e vocês ainda ficam reclamando! Sério, eu estou acordando todo dia às 10 horas e dormindo às 2 da manhã, mas são férias!
É engraçado (e estranho) como nas férias, todos os Blogs travam. Tipo empacam! Mas se vocês não sabiam, o tal escritor tem uma vidinha. Pois bem, andei pensando se minhas férias estão sendo úteis, isto é, se EU estou fazendo coisas úteis. E sinceramente eu sei que NÃO. MAS eu compus uma música (no piano tá gente), aprendi outras duas : Fur Elise e Heal the Worl do Michael Jackson. Se isso não é útil, eu não sei o que é. Mas agora eu farei uma promessa, até sexta-feira a noite, eu vou escrever o outro capítulo da minha história e postar a tão misteriosa outra.
Eu sei que eu vou me fuder nesse juramento, até porque eu só vou escrever na quinta (último dia antes da validade XP) mas FODA-SE.


E é isso, amados.... Desejo a todos ótimas e úteis férias e que vocês se divirtam nesses dias nublados e gelados que São Paul, ou melhor, o Sul e o Sudeste estão proporcionando.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cuppycake song!!! Adorável *-*

E ai, blogueiros? Hoje eu tava na internet, no youtube mais precisamente, procurando o vídeo da música: "Bolinho de Arroz" e do nada decidi procurar isso aqui: "Cuppycake song". É tão adorável! Assistam e tentem acompanhar:






quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fracasso no teatro

Oh Manolo!
Esse meu amigo (não vou citar nomes), o S, foi muito fio da puta! Tipo é assim, na minha escola teve uma apresentação de teatro de inglês, e era de decorar (óbvio)! E o S não tinha decorado no dia! Então a professora deu outra chance, pois a culpa fora dele, por não ter decorado! E essa apresentação é mega important, pois é ela que vai ajudar na nota final de inglês! E aquele era o último dia da semana que podia-se apresentar (aliás, o único). A prof. disse que podíamos apresentar na quinta-feira das provas. Tudo bem, até ai... Mas, durante a prova, a professora nos interrompeu para informar que seria no dia sucessor, ou seja, sexta-feira.
Por isso deu um rolo dos grandes! Minha mãe não atendia ao telefone e eu queria avisa-la de que não precisava mais me pegar, pois eu iria de perua (a perua não ia esperar até depois da apresentação, então minha mãe ia buscar eu e a Ana!) já que a apresentação foi adiada. Na sexta, o S compareceu como combinado, mas como tinha médico, fugiu; desapareceu! E a prof, para que o S não perdesse nota, deu mais uma chance pra nóis. O problema: ninguém sabia que dia seria...
Na segunda-feira, era prova de inglês, e teve um erro na prova. Então a professora, a mesma da apresentação, nos comunicou. E eu aproveitei e perguntei quando seria, e ela disse que naquele mesmo dia. Porra! Eu não tinha avisado minha mãe pra vim me pegar e eu não estava preparada. Mas o S me fez o grande favor de falar por mim:
- Mas eu tenho que ir com a minha mãe.
A professora deu um sermão e disse que seria pra amanhã (hoje), sem falta.
Olhem isso! Além de ele ter faltado várias vezes nas apresentações, ele se recusou a fazer hoje! E eu estava ficando histérica! Fomos apresentar mesmo assim (sem o S), e como só eu sabia as falas do S, fui eu quem as disse também!
Deu tudo certo, Thank God, e EU que tinha umas 30 e poucas falas, não errei nada!

Todos menos o S ganhou a nota máxima, 6! Felicidade!

E é isso, beijos leitores!

Tédio, dá pra parar de contagiar! ¬¬


Percebi que diversos Blogs estão falando sobre o tédio... Que deprimente... Eu sei que algum dia eu vou postar sobre o assunto "Tédio", mas até lá, vamos zoar um pouco?.

Minhas amigas lindas e maravilhosas, não sintam-se ofendidas...............

Lá vai

Qual é a exata definição de "Tédio"? Resposta: não ter o que fazer.
Mas não é bem assim, pois são nessas horas que as pessoas pensam sobre a vida, brisam, pensam... Como assim pensam?? Pois bem, quando se está ocupado, nada vem ao pensamento. Nada! Mas quando se está quieto, distante do atual (presente), se pensa em tudo e todos. Nada foge do pensamento.
Por Exemplo:
Essas minhas amigas que postaram sobre esse assunto, na verdade não estavam entediadas - se bem que eu sei que elas estão falando do assunto em geral - e sim ansiosas em postar sobre isso!
Na verdade,não vou me meter na vida ou postagem dos outro, não estou nem aí! Se elas quiserem postar sobre isso, pois que postem! Sério, nada a ver essa minha postagem.

E é isso, beijos. Xau!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Contos, haja criatividade!








Uau, vida de escritora é dura, não que eu seja uma! Mas eu estou perto de ser. Estou escrevendo um conto que, se você lê deve saber qual é, é longo e muito trágico. Como eu diria: "é o romance que toda mulher tem de escrever!"


E é mesmo, umas amigas minhas me perguntam:
- Carol, será que eu faço um conto?

Galera, o que vocês querem que eu responda?! Sigam os caminhos do seu coração e alma, não busque a resposta nos outros mas em si!
Pois só você manda em si mesma!!!!

Beijos e abraços!

Mães, detectores de mentiras.


Merda!!!! Estamos em uma sociedade que crê somente em justiça. Mano, mas que porra!

A justiça, neste país, nunca é feita! Os mocinhos vão presos (poucas vezes, mas são!) e os bandidos fogem!
Tinha que, sinceramente, existir um detector de mentiras, só assim a justiça seria feita. Mas também teria consequências, como por exemplo: greve e rebelião (são a mesma coisa). Minha principal virtude é ser sincera, na maioria. Ah vai, uma mentirinha sempre é bem-vinda. Como apimentar uma história, fugir de casa, ver tv, etc.
- Vai tomar banho!
- Já tomei.
- Quando?
- De manhã, você estava dormindo...
Eu admito, essa é clássica. Lie
- Ontem na balada eu conheci um cara.
- Ele é bonito?
Não... - Sim!
- Vocês se beijaram?
Mais ou menos... - Sim...
- Tava gostoso?
- É...
- Foi selinho ou língua?
Selinho. - Língua, lógico.

E essa é outra...Lie... Usada por nós, e quando digo "nós" quero dizer, adolescentes caras-de-pau.

- Que horas você dormiu ontem?
- Por quê?
- A empregada me falou que você veio aqui às quatro da manhã.
- Vim beber água.
- A essa hora?
- Tive um pesadelo....
Devo admitir, essa sai da minha boca direto! Lie
Muitos tem me perguntado por que eu falo pouco. Resposta: Porque... eu vou.... tomar banho!

Lie

É isso ai leitores, beijos.

Interrupção amigável


Senti um aperto no peito, senti uma dor lastimável percorrer meu sangue. Quis curá-lo, quis que ele se levantasse e gritasse “Te peguei” como sempre fazia. Ele me amava a ponto de tudo, eu gostava muito dele. Ele era a minha força e eu era a dele. Ele era o único que talvez nunca me ignorou. -Por que Deusa? - perguntei entre lágrimas. Meus olhos estavam inundados e embaçados, me senti imóvel diante daquele corpo sem cor. O Marcelo me encarava com uns olhos sem vida. Aquilo me enchia de aflição. Abracei firmemente Marcelo nos braços, como fizera a Deusa comigo. Marcelo estava leve como uma pluma, me senti forte. Aproximei-me de Vênus e logo murmurei. - Como? E por que só ele morreu entre os outros?
A cada pergunta que eu fazia, caia uma lágrima de meus olhos. Não senti sangue algum no corpo de Marcelo. As perguntas perambulavam loucamente em minha mente, que à aquele ponto estava exausta.
Minhas pernas perderam a força e cai de joelhos diante de Vênus, sem permitir que Marcelo caísse. Me senti tão imune e desprotegida, só conseguia pensar em alguém que me dava segurança. Me distanciei do corpo mole de Marcelo e da Deusa. Sai de cabeça baixa da cabana, me virei para a lua semi-cheia e meditei.
- Evil, preciso de você...
Rapidamente senti um vento perturbador e gelado cruzar comigo. Aquela brisa logo cercou-me e levitei. Estava alta o bastante para tocar as estrelas cintilantes da noite. A lua me chamava. Me aproximei de uma nuvem regada de água. Ela me molhou. Olhei para frente e avistei um vulto cor de safira se formar no topo de uma árvore. Apertei os olhos em busca de uma vista melhor. O vulto deu forma a minha velha amiga. Me senti confusa, mas logo aproximei-me dela que disse:
- Meu bem, sinto muito.
Linda cruzou os braços. Sua lástima tomou conta do céu. A atmosfera esfriou e cercou-a. A Sra. Soares transformou-se em uma bela moça. Sua juventude me intrigou, ela era uma mulher belíssima. Aproximei-me dela que recuou instantaneamente. Seus longos cabelos que mais pareciam ondas do mar levantaram-se. Ela começou a emitir sons. Senti um calafrio me rodear, aquela brisa havia voltado.
- O que é isso? E cadê o Evil? - Perguntei.
Eu estava confusa e alegre. Me sentia diferente com a presença de Linda. Ela aparentava ter uns vinte e oito anos, mas não me importava. A moça diante de mim despertou um olhar medonho e logo disse rosnando:
- O que!? Você conhece este Evil? Esse homem é o demônio!
- Na verdade, Vampir, que é.
Senti o olhar de Linda se transformar de brava para delicada. Ela apenas corou, chateada.
- Eu o amo, Evan. E você ama o Evil.
Assenti, mas despertei um não ao entender o que ela disse. Fiz que não várias vezes, mas ela apenas sorriu e continuou. - Eu também queria acreditar nisso, mas não dá. Lembra aquele livro que lhe emprestei? - assenti. - Então, meu bem, leia-o.
Me fiz de desentendida, porém tinha entendido tudo. Fiquei perplexa com a capacidade com a qual ela me compreendia tão bem, uma das poucas. Me lembrei de Evil no mesmo instante e sem forças desisti da levitação e me deixei cair. Tudo à minha volta ficou borrado, meu corpo estava pesado como uma pedra e eu caia infinitamente. Lágrimas caiam de meus olhos, porém logo eram secadas com o vento forte da queda. Estava me aproximando do chão, fiquei imóvel, não queria reagir. Mas com a lembrança de Evil evitei que a queda fosse desastrosa. Linda e a Deusa me impediram, a gravidade perdeu. As duas ergueram os braços com força e pressentimentos otimistas. Eu estava me sentindo segura em seus “braços”. Uma imagem fundiu em minha mente e apoderou-se de mim. Parei de olhar para o chão que estava a poucos centímetros de meu corpo. O pensamento se mostrava rebelde e astuto. O pensamento brotou como uma chama e me fez pensar instantaneamente. Lembrei de Marcelo e Evil. Os dois haviam tomado meu coração, minha alma... Eles estavam bem próximos de me beijarem. Infelizmente Marcelo morreu, uma parte de mim morreu, queria morrer junto. Mas Evil me fazia querer continuar. Eu estava dividida entre um homem e um garoto, que como eu, estavam apaixonados. A voz em minha mente ficou mais intensa e vociferava “Salve-o!”.
- Evan, meu bem - a voz de Vênus me despertou dos pensamentos bizarros.
O céu estava escuro e repleto de aventuras, o céu era o limite. Levantei-me dos braços das duas e rapidamente distanciei-me delas apenas assentindo. As duas se aproximaram de mim, os dois vultos azuis ficaram mais intensos.
- Querida, ouça a Deusa.
A voz de Linda soou preocupada, me virei para encarar-as, meus olhos subitamente pararam de lacrimejar e estavam ardendo de dor. A Deusa suavemente murmurou um nome e surgiu uma luz no final dos vários ciprestes que nos cercavam. A única luz que iluminava a floresta era a da cabana, com o corpo de Marcelo. A luz era vermelha e familiar, abracei Linda com temor.
- Venha, filho.
Que? Vênus não é mãe de homens! Ou era? A bruxuleante imagem se aproximou de nós, eu e Linda. O ser puxou Linda de meus braços e agarrou seu rosto. Beijando-a. Ela cuspiu em direção do seu rosto que logo evaporou o cuspe. Era ele? Nunca o tivera visto. Talvez ele era assim, um homem alto e bonito. Simplesmente fora da média, porém não vencia Evil. Suspirei e me aproximei de seu corpo, que ardia a todos ali. Ele era incrivelmente quente, isso estava me causando desconforto.
- Se- senhor? Tu és Vampir?
Vênus assentiu por ele e o guiou até a cabana.
Vampir saiu da cabana carregando Marcelo nos braços. Aproximei-me dos dois, Vampir me ignorou e resisti a tentação de arrancar o corpo de Marcelo de seus braços.
A Deusa apenas disse: - Querida, Vampir é o guardião dos corpos. Ele tem o dever de aprisionar os corpos em um caixão nas Trevas quando atacados por vampiros.
Curvei-me toda para olhar a Vampir, que estava carregando o corpo de Marcelo, meu Marcelo!
- Não se preocupe pequena vampira.
Que atrevido, já não bastara arrancar Marcelo do chão que ele morrera.
- Por favor não o machuque, cuidem bem dele.
Vampir fez que sim com a cabeça e sorriu para mim soletrando uma frase:
- P-A-R-A-B-É-N-S.
Fiz cara de interrogação e me aproximei dele onde vi a cara pálida de Marcelo. Era incrível como ele estava pálido e com aparência horrível. Afastei meu rosto do dele e olhei novamente para Vampir, que sorriu com os caninos saltando de sua boca.
- Como?
- Você realizou meu pedido - disse angustiado. Dim dom! Drrrr como é que eu não tinha percebido! Ele continuou. - a carta...
- Sim! Eu sei! De nada?
Vampir franziu a testa e gargalhou com minha inocência. Virou-se para Vênus agradecendo-a, mesurou para nós três, mas com Sra. Soares, ele apenas beijou as costas de suas mãos. Despertando nela prazer. Hesitei e agradeci. Seu olhar para Linda foi de pura paixão e medo. Arfei um pouco, mas fui detida por Vênus. Vampir se afastou de nós e desapareceu no azul marinho da noite.
Circulei como um redemoinho entre os vários ciprestes que lá habitavam, eu estava triste e confusa, mas mais confusa que triste. Corri nos braços de Vênus e sussurrei em seu ouvido:
- Leve-me para casa.
Vênus apenas fez que sim com a cabeça e delicadamente me levantou no véu da noite. A brisa me fazia sentir uma pluma de gavião enquanto sonhava acordada nos braços de minha Deusa. Pensava no fato de minha vida estar dando voltas e voltas. Minha melhor amiga estava me abandonando ao longo das horas. Eu estava só, me sentindo uma daqueles vampiros solitários dos filmes. Minha mente despencava junto às estrelas brilhantes que faiscavam desejos e memórias, que permaneciam no céu azul. Queria e estava decidida em mostrar a carta para Nati, e provar a minha inocência. Chegaria em casa e imediatamente flutuaria até a casa de Nati, adentraria o seu quarto que sempre estava com a janela aberta para o mundo afora e esperaria na vasta e bela cama de Nati. A Deusa me deixou continuar a trajetória sozinha, então eu estava sentindo um mau pressentimento, uma força negativa que ficava me circulando. Ele me tocou nas canelas me deixando arrepiada. Seu toque era gelado e impróprio, ele sussurrou em meus ouvidos e sua respiração se juntou a minha.
- Evan...
Mirava nas estrelas em busca do rosto, me contorcia, mas a única coisa que vi era um vulto avermelhada e mais claro que o normal. Sussurrei seu nome em busca de sua identidade: - Evil?
- Sim Evan - ele parecia estarrecido e melancólico. - Você vai realmente salvar aquele humano?
Eu não estava pensando naquilo, e era possível? Como se ele tivesse lido meus pensamentos assentiu com a cabeça infeliz.
- O que que tem? E como?
- Você terá que ir até Lúcifer e fazer um acordo de troca, pode ser qualquer uma, desde que seja da vontade de Lúcifer.
O encarei com uma cara de interrogação, curvando o pescoço enquanto ia na direção da casa de Nati, levitando.
- Evan, você é uma péeeeeessima vampira em treinamento!
Me senti ofendida!
- Ei, não é minha culpa se meu mentor só sabe ficar aos pés do Deus e de VOG!
- VOG?
- Vampir o Grande!
Ele parou de roçar em minhas canelas e veio até meus ombros onde, com ira, os afundou. Doeu. Fiquei imóvel aguardando o final dessa sessão tortura.
- Evan - disse calmamente.-, eu soube que Vampir está apaixonado, só estava tentando o ajudar...
Um choque elétrico passou pela minha espinha em direção ao meu crânio. Fui rápida, não queria demonstrar expressão de choque.
- Ah tá, quer se fazer de cupido então? E depois me culpa?!
Evil se aproximou de mim e me agarrou pela cintura, nos unindo. Nossos corpos se encaixavam como um quebra cabeças. Meu rosto se aproximou do dele. Evil bufava, comecei a respirar o mesmo ar que ele. Logo ele soou triste:
- Evan, se você quer salvar seu humano, procure outro aliado.
O quê? Pensei. Como assim? Aliado é o mesmo que mentor! Eu não acharia (nem queria) achar outro. Pensei e repensei durante os longos minutos de pausa que permaneceram-se entre nós. Lembrei-me da única outra aliada que conhecia, Linda. Me afastei de Evil e pasma disse logo em seguida:
- Você já pode ir, Evil.
Sua resposta foi espontânea e logo eu estava sozinha em casa. Mas eu tinha uma meta a cumprir, e ia cumprir. Recompus as forças, encarei a janela pequena do meu quarto minúsculo e catei a carta na escrivaninha próxima à janela. Minhas bochechas estavam vermelhas de nervosismo e eu fervia como o calor. Eu estava atordoada com o que Nati pensaria. Também em minha escrivaninha, peguei o meu celular Nokia, entrei em mensagens e digitei uma mensagem de texto para Nati. Nela dizia:
Nati, estou indo ai. Deixa a janela do seu quarto aberta. Tenho algo de tamanha importância para compartilhar contigo.
Gotas escorriam de minha testa e pelas maçãs da minhas bochechas. O suor me deixava mais calorenta do que já estava. Firme e rapidamente, coloquei a carta no bolso da minha calça e o forcei para o fundo da mesma. Preparada, parti.
O céu ainda estava frio, uma jaqueta ajudou um pouco. Felizmente cheguei rápido para a casa reformada de Nati, onde pousei suave e delicadamente na janela. Ela se assustou ao me ver. Vi seu celular carregando na tomada. Dei um tapa em meu rosto e logo disse:
- Você vai entender assim que ligar seu celular.
Nati não disse nada, apenas levantou-se da cadeira próxima a uma mesa e retirou o celular da tomada. Ligou-o rapidamente e com a rapidez de um furacão o leu. Seus olhos se mexiam de um lado para o outro. Ela levantou sua cabeça para mim e aprontou-se:
- Então, o que é tão importante assim?
Passei minhas mãos pelo rosto. Elas estavam ensopadas de suor. Fitei meus olhos aos dela e tranquila lhe entreguei a carta. Não demorou muito até ela pegar o envelope de minha mão e abri-lo. Ela leu cuidadosamente as palavras que me cortavam o coração.

Evangeline,
Sou Vampir o Grande, apóstolo de Lúcifer. Com sua autorização lhe entrego esta carta. Nela contém uma ordem, um comando. Leia atentamente, pois nunca erro.
Terás de envenenar um humano de seu parentesco. Alguém que mesmo não tendo seu sangue correndo nas veias, ainda assim é uma pessoa muito importante para você.
Concentre-se nas instruções:
- Faça-a saber que você está cumprindo uma ordem, pois será membro da Aliança de Vampiros
- Não sugue tudo a ponto de matá-la.
- Informe-a de seu Deus, Lúcifer ou Goodnight, assim que possível.
Nati imediatamente me encarou. Curvou os lábios e voltou a ler.

Natalia, terá que se tornar vampiro até o final desta semana senão morrerá queimada nas mãos de Lúcifer... Tudo que precisas fazer é isso.
Receberás esta carta de seu mentor, aliado, Evil. Preste atenção nas minhas recomendações e faça como mandado. Se você não o fizer, queimará nas profundezas do inferno, junto a seu Deus. Terás que envenená-la com no mínimo quatro gotas de seu poderoso, porém fatal veneno dado por Lúcifer. Como todas as Legile de Vampirris dizem, sua vítima irá tornar-se vampiro consagrada por qualquer Deus da escolha que tu farás ao envenená-la.
Peço que entregue esta carta para a vítima e que a sele com um pingo de seu sangue...

Nati fitou seus claros olhos nos meus e aborrecida deixou seu corpo cair pesada e preguiçosamente na cama. Lágrimas caiam sem querer de seu belo rosto. A cicatriz de minha mordida estava infectada por algo, talvez fosse minhas quatro estúpidas gotas.
Eu sei o que você deve estar pensando: Nati é uma chorona... Mas eu não a culpo, antes ela já passava por dificuldades demais e agora, bom, agora é que ferrou mesmo!
Minha amiga se curvou até mim e perguntou com soluços, tornando a frase quase interminável:
- O que... o que quer dizer...o que quer dizer “como todas as Legile de Vampirris dizem, sua vítima irá tornar-se vampiro consagrada por qualquer Deus da escolha que tu farás ao envenená-la”?
Esforcei-me em tentar encontrar a resposta certa, mas o único pensamento que me ocorrera foi o que parecia o mais correto.
- Acho que se o vampiro que está no momento envenenando o humano estiver tendo pensamentos de culpa e bondade, o Deus seria Goodnight e caso o contrário... Lúcifer - digo incerta.Seus olhos me encaram sem expressão e seus dentes mordiam os delicados lábios. Apenas aproximei-me dela e peguei suas mãos, as fechando. - Minha amiga, seu Deus é o altivo Goodnight, enquanto o meu é... Bom Lúcifer.
Abaixo a cabeça e meu rosto se mergulha em tristeza, forçando-me a liberar as mãos de Nati para esconder meu melancólico rosto. Suas mãos, ainda quentes depois do meu aperto nelas, se aproximam de mim e retiram as lágrimas, dizendo:
- Evan, eu sei que não foi essa a sua intenção. E além do mais, o Lúcifer não é tão mal assim.
A encaro, meus olhos penetram em sua alma, causando nela um gélido calafrio. O sarcasmo em suas pupilas transformam-se em assombro quando digo:
- HÁ, me poupe! Ele é o Deus do mal! Ele é o ser mais frio e cruel do Universo! Se ele tem um pingo de bondade, eu duvido, e muito!
A cada frase, Nati encolhe com dificuldade, sentindo-se arrependida pelo esforço de me alegrar após meu brusco modo de falar. Bufo com falta de ar, meus punhos fechados batem na bela cama de Nati e meu rosto, antes pálido, transforma-se em um tom de pimenta. O temor entre nós é invadido pelo toque do meu celular. Com pressa, o arranco do fundo do meu bolso, com dificuldade. O atendo após o segundo toque. Nati se encosta na parede e respira pelo nariz e solta o ar pela boca, como um exercício de yoga.
- Alô - digo.
- Evan! Evan!
- Quem é?
- Evan, venha agora! - paralisada deito na cama.
- Quem é?
- Venha pra rua Culdock! Entre numa caixa grande e escura, um portal!
A ligação é encerrada. Desconfiada chacualho Nati. Seria todo esse drama um simples e bem armado trote? Mas meu eu discorda, a voz me era familiar, como se eu estivesse com ela no mesmo instante.
Corro em direção da grande escrivaninha de Nati e retiro, sem o menor cuidado, um papelzinho do bloco de papéis que lá habitava. Abro o zíper da mochila de Nati com dificuldade e tiro do estojo bagunçado um lápis todo rabiscado e mordido. Sim, Nati roe lápis quando nervosa. Rígida e ansiosa, passo as informações do endereço que a mulher - com quem acabara de falar- me passara.
Com pressa, corro até a janela (como se fosse a coisa mais comum a se fazer), e com um salto corajoso saio do quarto de Nati em direção reta na noite que prometia algo. A noite, cercada de belas e brilhantes estrelas, me acolhia. Me fazia flutuar como uma pena. Meus braços não se movimentavam nem nada do gênero, pois era o poder da mente (e dos dons concebidos da Deusa, provavelmente) que me faziam levitar.
Aproximando-me cada vez mais da rua Culdock, sintia calafrios. Minha mente confusa, faz com que meu vôo tenha freiadas súbitas e desnecessárias. O nervosismo se espalha pelo meu corpo, a adrenalina idolatra meus movimentos. A cada metro percorrido, mais perto estou. A cada metro mais perto, mais sinto a energia negativa na noite.
A rua Culdock, sempre vazia e escura, me causa, até hoje, más lembranças e calafrios na espinha. Tudo que faço ao chegar na rua mal pavimentada da área é ficar imóvel.
Merda! Esqueci meu celular na escrivaninha de Nati! Meu estoque de paciência está no fim. Todas as coisas ruins só se sucedem comigo! É o Evil, o VOG, a Nati, o Marcelo e agora isso! Penso em voltar e recuperá-lo, aproveitar minha estadia na casa de Nati e voltar com uma, quem sabe, lanterna! Mas uma voz, no fundo da minha alma, me obriga a continuar vagando na rua.
Não avisto portal algum, muito menos uma caixa grande. Um carro ali, acolá, mas só isso. A rua se mantém deserta!
Como se uma lanterna ligasse em cima de mim, por cima do ombro encaro um beco. Beco, meu cúmplice de todas as caçadas. É você? Sim, meu beco, que guarda consigo os ataques e acontecimentos bizarros... Que coincidência. Caminho com calma e delicadeza. Meus ombros pesam sobre mim. A escuridão familiar do beco me chama. Como um ímã, corro em sua direção. Como nunca havia percebido isto antes?! Cinco caixas, uma empilhada acima doutra, agrupadas. Avisto a grande caixa da qual a voz me dissera. Ela também era escura, culpa do beco. A única luz que adentrava o canto era a da lua cheia. Melhor amiga dos Deuses e da Deusa. Estava lá para facilitar minha visão.
A caixa era bege, muito mal feita, mas que por trás dela um imenso clarão somente visíveis a meus olhos superdotados brilhava. Hesitei em entrar. Pensava: que trote bem feito, até efeito especial! Mas aquilo estava longe de ser um trote ou uma piada de mau gosto. Estava tudo sendo planejado pra mim? NÃO! Quem gastaria milhares de reais pra sequestrar uma vampiro? NINGUÉM!
Estava a poucos centímetros da luz, escondida pelas caixas. Dei um passo, talvez o último. Entrei. Branco. Só branco. Nada mais. Espera! Sinto-me caindo, sinto que estou prestes a morrer! Mas logo tudo pára e me vejo em uma escadaria. A escada parece ter uns duzentos degraus de tão alta e íngreme. A subo com facilidade, pois flutuo. Logo me vejo em um gramado peculiar e molhado. Dono de um tom verde claro, atraem-me até outra luz, desta vez rosa. O rosa-choque se solidifica em um colchão alto. Meu Deus - penso - onde estou?
Tão rápido com começara, uma silhueta me tira do colchão e desaparece.
-Eu acho que poderia descer o colchão sozinha, mas valeu pela gentileza - agradeço ao além.
Jurava que Evil surgiria e me beijaria. Mas não, não surgiu. Ao invés disso, Nati grita. Olho em volta, mas só vejo gramado. O grito se encerra e uma cabeça surgi acima de um arbusto, tremendo. Rindo e ao mesmo tempo preocupada, a tiro de lá com um leve puxão de cabelo. Ela coça sua cabeça e feliz em me ver, me abraça. Retribuo.
- O que você ta fazendo aqui?
- Sei lá, me diga onde estamos primeiro.
- Não posso, nem eu sei - nossos olhares se cruzam. - Diga-me, como chegou aqui?
- Seu celular, tinha uma mensagem de voz implorando pra vir aqui.
Ah, isso explica tudo. Não só eu vejo esse portal, como Nati também!

sábado, 19 de junho de 2010

Saraiva!


AI, que alegria! Hoje, depois de uma viagem pra ITU (outra longa história), fui pro shopping do Ibira. pra comprar roupas novas e quem sabe... quem sabe dar uma voltinha na prateleira de livros da Saraiva...

Pois bem, o fiz! Comprei 4 livros, que eu vou ler nas férias e estou felizissíma.

É só isso mesmo....
Sabe, tem vezes que a mente brilhante de uma escritora fica infértil... (zuera).

Xau

Blog de Mari!!!

E aí povo normal e drogado? Brincadeira. Vocês não são normais. Sabem por quê? Porque vocês lêem meu Blog... Nada não...

Vejam bem, na rede global da internet, há mais de zilhões de Blogs diferentes ou iguais aos meus. Onde qualquer um se relaciona com o mesmo...
Anyway, tenho uma amiga muito especial, que foi na verdade a 1ª pessoa que eu conheci no Brasil (longa história, explico quando possível), "voltando a vaca fria"- frase de Vivian Kantarowiski (acho que é assim que escreve), que significa: Voltando ao assunto... Ela decidiu criar um Blog também, já que de súbito, a audiência dos Blogs voltou a sobrepor-se aos demais, submissos duma figa!
E o Blog dela é quase igual ao meu, mas isso é impossível, pois cada um tem o seu humor, simpatia, personalidade...
Essa é pra você Mari!!!

Então entrem e sigam-a!

Bjs e abraços!
E sim, ela gosta de falar espanhol e inglês nas postagenzinhas...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Água!

Vim falar da água, o bem mais precioso e que em tempos futuros valerá diamantes.
Sou fã de carteirinha dessa astigmática combinação dos átomos hidrogênio e oxigênio.
A água oferece sempre naquele dia de verão a mordomia de um banho morno ou de um mergulho no azul do oceano ou da piscina do club. Mas nesses momentos a população só pensa em si próprio, em si satisfazer e acabam desperdiçando inúmeros litros, que infelizmente tendem a desaguar nos esgotos. As consequências estão cada vez mais visíveis e tendem a piorar drasticamente, porém há diversos tipos de métodos criados para evitar ou ao menos amenizar esta situação.
O famoso planeta Água, com uma imensidão azul, com águas de todas as cores e dimensões, tão límpidas porém tão esgotáveis. Isso me entristece bruscamente e me empolga a levantar da folgada cadeira e correr em direção de todas as casas de minha vizinhança e desligar todas as torneiras abertas ou de tomar providências depressa.
Minha maior preocupação é com a extinção das raças que vivem da e com a água, ou seja, todos!
O fim dos dinossauros foi um meteoro, pelo menos dizem, e provavelmente o fim dos mamíferos, répteis, anfíbios, aves e peixes será a perda d'água.
Eu peço a vocês que pensem três vezes antes de fazer mal uso da água; e nessas três vezes eu digo: olha pra pia, olha pro espelho que provavelmente se localiza na direção vertical cima e pense na pia vazia, sem p%##@ nenhuma saindo e você precisando mais do que TUDO de água.
Gente é sério, eu estou falando seríssimo. Isso não é só uma postagem sem noção que eu costumo postar, pois acreditem, esta postagem faz mais sentido que a sua cara!

BJS E ABRAÇOS!

Obs.: realmente, foi uma pena o mundo da foto ter tido como referência os Americanos Fios da Put@!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 2010

Força time!!!!!!!!
Brasil, melhor time de futebol do mundo, melhor jogador de futebol, único time a ganhar o maior número de copas do mundo, etc;
Então Brasil é o país da copa? Sim! é uma coisa que vem à cabaça de muitos.
Uma pesquisa indica que as palavras mais faladas em todo mundo são: Coca-cola e Pelé. Acreditem leitores, Pelé é mais falado que JESUS!
Eu pessoalmente já conheci o Pelé (3 vezes), conheci a sobrinha dele e a irmã dele. Gente boa. A última vez que eu vi ele, meu pai e minha mãe ficaram atordoados porque eles ainda não o tinham visto. Foi no ano novo de 2009, ele estava parecendo um árabe: todo de branco (óbvio), mas tinha um chapéu de linha, aqueles usados por nômades árabes.
Voltando ao Brasil... Bom, o Brasil TEM QUE vencer a copa de 2010! Amanhã (na verdade hoje já que são 3 e 13 da manhã), mas amanhã terá o jogo do Brasil x Coreia do Norte (eu acho), e minha expectativa é de 3 x 0 pro Brasil!!!! Estou com uma pesada expectativa de que o Brasil será campeão e hexa!

Eu quero que eles vençam por 2 motivos: 1º eu sou brasileira, nada mais normal que eu querer que o Brasil vença e 2º É que eu nunca estive no brasil, ou tive consciência (em 2002 eu tinha 4 anos) quando o Brasil venceu. E se realmente o mundo acabar em 2012, o BRASIL tem que vencer.


É isso mores! Beijos e muitas torcidas com as irritantes vuvuzelas!

Doente sofre!


Vivi, meu amor, eu decidi dedicar esta postagem a você;

Gente pra quem não sabe, a vivian está muito doente. Infact, na segunda-feira, teve que ir embora mais cedo da escola, pressão baixa tadinha.
Mas eu queria te dizer que estou torcendo por você (pra melhorar é claro), além do mais, ficar doente é um porre sem sentido. É quando nossas defesas do organismo batalham contra as bactérias patogênicas (que causam doenças). Às vezes a batalha é perdida facilmente, o que faz com que o paciente demore a sarar, mas há sempre a guerra. Que é vencida com ajuda de remédios ou de descanso prolongado. Mas tudo têm seu lado bom,. tá eu sei que é um porre ter o nariz escorrendo muito, a garganta inflamada, a cabeça dodói e até mesmo frio absurdo ou calor absurdo., mas dá pra ter aquele momento preguiça, aquele momento curtição da TV, momento não lição (rimou, mano brow) e tantas outras.
Vivi melhoras. Os seus guerreiros estão se esforçando e com você concentrada na aula e não em sarar, você só vai estar complicando ainda mais a batalha. Se queres vencer a guerra, don't be afraid.
Sério, leitores, por mais doentes e fracos que vocês estejam, vão pra casa ou pede pra ficar no ambulatório,, porque sinceramente só existe uma coisa pior que ficar doente - que é piorar.

Oh Manolo!

Oh Manolo! HUAHHUASHAUS, essa é uma gíria que eu, por espontânea vontade, falo muito. Aqueles mais atentos, tiveram o privilégio de perceber que mudei meu título (o do Blog antas ¬¬); a questão é : Qual é o privilégio?
É o de poderem orgulhar-se e não precisarem se xingar de burros (não que vocês não sejam).

A questão é: Por que a mudança?
Mudei tudo: o Título, o plano de fundo e a minha escrita (forma de escrita). Não sei muito bem porque, mas eu ACHO que é porque logo logo um novo conto tá chegando. Cheio de mistério e jogo de amizade. Um triângulo poderoso, com o qual APENAS três pontas têm acesso. A história é a seguinte: Três amigas com poderes sobre naturais descobrem a afinidade com os minério: Ágata, Ónix e Torm. Minérios capazes de mudar o mundo com seus poderes sobrenaturais.

Então é isso leitores, graci e boa semana.


sábado, 5 de junho de 2010

Vida de Garoto =P

Vida de Garoto, mano mais que porcaria é essa? Por que, aliás, em quem sã consciência do nada acorda e diz assim:

- Hoje vou criar um seriado de seis episódios sobre os colírios.
Ninguém!!!!!! Eu respondo!!!! Que p#%&@ é essa?
Sério esse tal de Peu Lima não sabe o que fez! Vejam os 6 capítulos e logo depois vejam esse outro vídeo, (que vai estar depois dos episódios) e me digam se ele não tem razão!!!!? O Felipe Neto sempre sabe!
Então agora curtem a ridicularidade em forma de série:







O gênio agora falando!



Sempre riu!!!! Kaaaaaaakkakakakakak

sábado, 29 de maio de 2010

BELA A FEIA


Gente, eu assisto uma novela que eu amo muito! Chama-se BELA A FEIA. A história é a seguinte: Bela uma mulher feia e nada atraente se apaixona pelo seu patrão, Rodrigo. E ele por ela. Um dia ela é seqüestrada e jogada de um penhasco dentro do seu conversível. A mãe de Rodrigo, que estava passando por lá, tira ela do carro e salva sua vida. Porém todos achavam que ela tinha morrido, até o Rodrigo. Então ela se transformou em Valentina Carvalho e ficou linda, ninguém nem notou, exceto o Rodrigo. Ela contou pra ele tudo e então o segredo continuou seguro. Ela só ia se revelar ao mundo quando, e se aqueles bandidos fossem presos. Porém eles descobriram tudo disfarçados e conhecendo uma quase avó do Rodrigo que descobriu tudo e foi contar para a "Lalinha", que nada mais é que o Ataulfo (bandido) disfarçado. Assim ele e seu filho vão a casa que a Bela estava escondida e fazem de refém a mãe de Rodrigo, a babá do filho que a Bela e Rodrigo tiveram juntos e a quase avó de Rodrigo. =D


Bom o resto eu não posso dizer, pois ainda não passou na TV, mas é bom vocês começarem a ver essa incrível novela da Record antes que acabe (já está nos últimos capítulos!!)
E vejam esse vídeo aqui, é a musica mais linda e romentica da face da Terra. Essa é a musica de Bela e Rodrigo. Está lá em baixo, assistem!

Essa novela mostra que até aqueles que todos acham feios podem encontrar o amor verdadeiro e ficarem mais lindos que qualquer outro! Mas é claro que isso não muda nada e seu amor verdadeiro vai continuar a te amar! Horário: 22:30 de segunda a sexta na Record.

AMOAMOAMOAMO ESSA NOVELA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! BJS E ABRAÇOS A TODOS VOCÊS, VOCÊS SERÃO LINDOS, ALÉM DE JÁ SEREM!