BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »

sábado, 19 de março de 2011

I hate you, but I love you!

Even dought you miss treated me, even dought you ignored me, even with your many attemps of hurting my feelings, I still love you. I still love that rude way of yours. I love the passion I fill when I think of you. And I'll never hate you, as must as I try, I won't, because that means forgetting you.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

NÃO AGUENTO MAISSSSSSSS!

Oi leitores. No colégio que eu estudo, a pressão é tipo isso aqui:


-------- --------------------------------------------------
colegio normal colegio que eu estudo

E por esse motivo, me divertir, ter um tempo livre pra me divertir É IMPOSSÍVEL! eu tento ler, não consigo. eu tento brincar com meus animais, eu não consigo. entrar em jogos que eu amo, não dá!
NÃO DÁ!NÃO DÁ! NÃO DÁ!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Capture 1- Visita Rotineira

O reino do meu pai era belíssimo, de dentro a fora. Com muros esculpidos e emoldurados com tamanha perfeição, me sentia numa verdadeira Igreja da época. Uma Igreja gótica. Uma belíssima escultura feita para e somente a Deus. Sim, eu era muito religiosa, e por esse mesmo motivo meu pai havia construído uma capela em nosso quintal. O caminha até a capela era glamuroso, iniciava-se com uma calçada de mármores claros como as nuvens e límpidas como a água, logo os arbustos eram muito alinhados um aos outros e haviam formas esculpidas neles: deuses, coroas, animais e até minha DeusAlinhar à esquerdaa.
Minha Deusa, Vanette, uma Deusa da qual todos do reino custavam a acreditar e prezar, creíam que sua existência era invenção de um monge louco. Pelas cidades os assuntos eram sempre os mesmos: xingamentos direcionados ao meu pai e da Deusa Vanette.
Para mim, Vanette era a Deusa da beleza e da justiça. Era essencial a crença dela, pois minha mãe costumava me dizer:
- A Deusa nos herdou a beleza e o poder, ou seja, a justiça a favor de nós.
Minha mãe era uma encantadora mulher, com louras madeixas caídas ao ombro, olhos verdes escuros e lábios perfeitos e alinhados. Todos do palácio me elogiavam dizendo que havia puxado o físico e a fisionomia de minha mãe; coisa que eu custo a acreditar. Eu, apesar de ser da família real, não me cuidava, não era vaidosa, não tinha os cabelos louros mas castanhos negros. Meus olhos eram de um marrom tão intenso, que juro que dizer que tinha cor de fezes, não seria exagero. Mas em geral, eu era magra, reta (com postura de princesa) e sempre educada, não importava o que.
Certa vez, em minha escola leiga, minha professora de teologia havia me perguntado qual o primeiro mandamento de Deus. Aquela mulher me detestava, me invejava, meus pais pagavam uma fortuna rica em comida e taxa e ela me desrespeitava. Minha resposta foi das melhores:
- Não sei, senhora Vilma, mas sei que um dos mandamentos é de NUNCA suspeitar do próximo.
Suas sobrancelhas se tornaram uma só, e com o rosto vermelho pronunciou:
- E-R-R-A-D-O-!
Retomando a real história, meu pai possuía este imenso castelo, onde eu, minha mãe e ele mandávamos. Minha mãe se responsabilizava na economia do reino e meu pai na administração e planos futuros, mas eu, meus pais já haviam planejado tudo. Casaria-me com um nobre, monge ou monarca de outra nação e continuaria os passos de meus pais em FallsPost.
Nascida e criada em FallsPost, sempre fui o tipo de garota de quinze anos humilde e delicada.Nunca tive meu momento a sós. Mas quando tinha, reservava um tempo para meu diário. Sentava-me na minha cama de luxo feita com especialidade a mim! Com a madeira tão clara e macia, o colchão imenso e de algodão chinês, cortinas envolvendo as bordas da cama a serviço de me protegerem de insetos, sempre me sentia confortável para anotar sobre meu dia-a-dia em um pedaço de papel. Meu diário era de couro bege e era lacrado por uma fechadura fortíssima, herdada de meu pai, óbvio.
Eu não tinha muito o que anotar, apenas o de sempre: "Querido Diário, hoje acordei cedo e fui a padaria da quadra Yuio e comprei dois quilos de pão, voltei pra casa e peguei minha mochila, cheguei na escola e aprendi sobre religião, geografia, matemática, etc com a chata da senhora Vilma me torturando, logo voltei para casa e almocei um peito de peru suculento e delicioso, papai me pediu para rezar na capela e rezei quatro pai nosso e sete Ave-Maria. Depois de rezar, cenei junto a minha família, fiz o dever com Dreje e tomei um banho rápido.
Sempre a mesma coisa. Não comentava sobre as visitas de moradores com problemas financeiros ou legislativos, mas sabia quem vinha e que ia. Normalmente apareciam três ou quatro nobres a pedido de renovar os impostos, rotineiramente vinham sempre camponeses desempregados ou famintos, mas todo dia um jovem rapaz, de aparentemente minha idade, rodeava o castelo com uma sacola de palha e uma roupa de calor.
"Quem seria aquele menino" me perguntava. Mas sempre o ignorava. Mas todos os dias eu espiava pelo olho mágico de minha porta e via o mesmo rapaz com a mesma aparência esgotada e usando as mesmas roupas de todos os dias. Creio que sou a única que havia percebido essas estranhas e duradouras visitas do rapaz.
Decidi que anotaria, desta vez, sobre esse garoto em especial: "Diário, acreditas que há um menino rondando o castelo? Não que eu me importe, me preocupo. Ele parece ser de uma família pobre, o que eu faço?" Eram as únicas frases que escapavam de minha mente.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Promessa ainda está de pé!

Oiiie, então lembram da minha promessa... Eu não cumpri hehe. Mas foi porque minha mãe do nada, decidiu que na sexta feira agente ia viajar pra Ubatuba. Mas ela só avisou na sexta feira! Então eu só voltei segunda, e só postei segunda. Oks? Então é isso. Aqui está a história V

outra história eu ainda vou postar daqui a um tempo. Bjs xau.
V
V
V
V
V

Corrida vital


Como se já não bastasse eu estar em uma encruzilhada, num lugar que sabe se lá existe, Nati estava lá, com cara de aventureira.
- Nati, esquece - digo convencida. Mas ela não se convence e questiona minha “ordem”.
- Porra nenhuma, estamos nessa juntas.
Sua preseverancia é implacável, inútil de lutar contra. Fito meus olhos nos dela e derrotada digo:
- Vamos achar a “pessoa”, então.
Um sorriso alarmante se forma em sua face, causando medo em mim. Sua alegria logo termina quando um medonho monstro de quatro metros surgi. Corremos até o arbusto em que Nati se escondera. Assisto aterrorizada o monstro devorar o pedaço de filé que carrega nas mãos. Os dentes todos tortos triturando os pedaços... Era um...
- O que é isso? - interrompi Nati, quando penso. Falando baixa e cautelosamente respondo:
- Deve ser um Ilow.
- Ilo o quê?
- São criaturas místicas de Lúcifer, criadas como soldados fiéis.
- Mas espera aí, você é filha dele, eles não podem lhe fazer mal.
- Correto, mas por invadir propriedade, nada garante.
- Hummm.
- E além do mais, você não é filha dele e sim de seu inimigo mortal, Goodnight.
- Ah vá, e é culpa minha se a Aliança de Vampiros me destinou a ele, você...
Correto, a Aliança de Vampiros que envenenou o sangue vulnerável de Nati decidira seu Deus, mas fui eu. Nós estávamos unidas por sangue, portanto a Aliança de Vampiros de Nati era eu, Evil e seu mentor. Lembrei-me de Evil, o que fez meu rosto deprimir-se.
- Nati, quem é seu mentor?
O olhar de dúvida dela provocou em mim fúria. Como assim ela ainda não conhecera o mentor!? Eu própria conheci Evil aos três anos. E se Nati precisar esperar três anos para conhecê-lo, faz sentido. Mas ela é filha de Goodnight, o que muda o conceito exato do mentor, as Legile de Vampirri e principalmente a Associação de Vampiros/ Aliança de Vampiros. Indignada com a pergunta respondeu:
- Não sei! Tá!
Não pude evitar um riso, seguido por outro. Parei. O Ilow havia notado algo, a presença de algo... Colquei meus dedos sobre meus lábios, em função de aquietar (encerrar) a conversa. Mas não durou muito, comecei a meditar:
- Evil, por favor, apareça - pedia.- precisamos de você.
Abri os olhos com esperança, a fé transbordava minha alma. Mas o único que vi foi Nati confusa. Triste cobri o rosto com as mãos e desabei em lágrimas. Ele havia me abandonado! Pensava. Não era possível, por que ele faria aquilo?! Nunca o desapontei. Bati as mãos no gramado cortando-me em um caule de rosas espinhosas. Dei um gritinho de dor. O Ilow furioso com o barulho vasculhou o local. Bravo e concentrado, esmagava os arbustos que encontrava em seu caminho. Fiquei temerosa e Nati deitada ao chão pedia confusa (tentando me imitar) que seu mentor aparecesse e nos salvasse. Pleo contrário...
- Pare! - ouvi. O rebelde guerreiro vestido de roupas de aço de ouro, ordenava ao Ilow que parasse. - Lúcifer não gostaria de encontrar se jardim bagunçado, Ilow!
Lúcifer? Devia imaginar. Mas o jardim não tem nada em comum com Lúcifer. O jardim era belo, puro e reluzente de paz. Os matagais compostos por árvores e arbustos jovens. O céu azulado, como dia. Mas era noite!
-Lugar mágico nunca segue as regras, Evan - soou calmo. Encarei o vampiro brava. Poxa, além de ele só aparecer depois, ele ainda lê meus pensamentos! Foquei em seus olhos e palavras confiantes atravessaram meus lábios.
- Olá Evil - o olhei de cima a baixo. - Bela armadura.
- Graci - agradeceu em italiano.
- O que ela faz aqui?
Não pude evitar de ver Evil encarando com nojo Nati.
- Por acaso tem algum problema! - aquilo soou mais como uma afirmação que uma pergunta, mas Evil assentiu. Vi que Nati não estava sentindo-se insultada e correu em direção dos braços do meu mentor e o abraçou, agradecendo:
- Que bom que você veio! Ou aquele Ilow comeria-nos!
- HÁ HÁ - riu de deboche. - Ilows não comem vampiros! São alérgicos a sangue, Nati! HÁ HÁ.
Quase avancei em sua direção e o derrubei no chão, mas contive-me. Ninguém fala com Nati assim, só os pais dela, e Evil estava longe der estar próximo de ser pai dela. A harmonia que Evil me fazia sentir com apenas um sorriso era o suficiente para cair loucamente apaixonada por ele. Eu sei que ele pode estar ouvindo tudo que estou dizendo, pois ele lê mente, mas isso não me impede de pensar como uma garota normal uma vez. Me virei para Evil e perguntei:
- O que você faz aqui? - pra ser sincera resmunguei, não queria sua presença depois da briga que tivemos nos céus.
Mostrando-se inatingível respondeu:
- Você me chamou, Evan, e como mentor meu dever é protegê-la.
Owwwww, que fofo! Mas se ele pensa que dizer coisas fofas me farão esquecer a briga, ele está muito enganado!
Com a saída do Ilow, me distanciei de Evil e arrastei Nati pelo pulso, enquanto ela admirava a beleza de Evil. Fui em direção a uma ponte, uma ponte curta, porém me privaria de molhar a calça novinha que ganhei semana passada. Temerosa atravessei-a, tomando cuidado para ela não arrebentar enquanto eu estivesse em cima dela. Evil não pareceu encantado nem coisa do gênero, mas nos seguiu.
- Evil, sai!
Minha impaciência estava só com 0,01 e Evil não estava ajudando em nada! Atravessando a ponte, vi um castelo que não se igualava a magia do jardim. O palácio era de um vermelho cor de sangue com pequenos retalhos pretos, tinha uma grande porta com um demônio desenhado ao seu topo, como se estivesse lá para receber o visitante. As flores e arbustos ao se aproximarem do castelo, perdiam a cor e a beleza. Que lugar estranho, pensei. Toda a magia desaparecia dando lugar ao mal. Com os punhos fortementes cerrados nas mãos de Nati, formou-se uma marca horripilante, dolorido o bastante para ela parar de caminhar e gritar:
- Ai!
Rosnei.
- Evan, calma, não estamos na guerra!
Meu olhar bravo a fez choramingar. Parei e disse, sem paciência:
- Olha Nati, foi você quem quis vir me acompanhar, agora agüente.
Com certeza seu orgulho foi ferido com essa frase. Imóvel, permaneceu no gramado seco e duro. Fuzilei-a mas nem mexeu um músculo. Sua respiração estava lenta e fraca. A cada suspiro, ouviam-se ruídos partir de seu pulmão, provocando calafrios. Esse lugar não está fazendo bem a ela. Pensei. É melhor eu ir andando, antes que eu também seja afetada. Meu egoísmo era incomparável, mas eu estava aqui a fim de uma missão. Meu cérebro mandava eu parar, mas minha intuição mandava prosseguir sem pena ou solidariedade. Ouvi por detrás de mim Evil dizer:
- Nati, deixa eu te levar daqui. Eu sei que a Evan é uma hipócrita egoísta!
Dei meia volta, estava boquiaberta, com o queixo tocando a grama. Meus olhos esbugalhados, saiam chamas do meu nariz e ouvidos. Em quantos as faíscas acabavam, eles já estavam distante, no gramado fértil e belo. Eu não. Eu estava no feio e seco gramado próximo ao castelo. Senti-me em pânico de ir sozinha, apesar de ser meu primeiro intuito. Em quanto via Evil carregando Nati na direção oposta apenas estendi a mão e pedi à Deusa. Controlei-me e abri o palmo na direção deles. De minha mão brotou uma pequena pedra, que logo foi rodeada por diversas outras. Assustei-me mas detive-me de gritar como uma garotinha. Uma das pedras caiu de meu palmo, sem provocar qualquer machucado. Caiu no chão e dei um salto. O chão, apenas a área na qual ela caiu, estava com o mesmo gramado que Evil e Nati estavam. Os dois pararam para ver tudo o que eu estava vendo, mas não acreditaram em seus olhos. Deixei escapar uma das pedras que foi em direção de meus amigos, quase os atingindo. Só assim para eles acreditarem em mim.
Corri na direção deles, abandonando o velho e robusto gramado. O aroma natural do outro lado do jardim era acolhedor e saudável, diferente do outro. Minha mão estava tremendo e meu corpo se aqueceu. Senti um alívio ao tocar a grama verde e não marrom. Sentindo-me nada abatida, tirei Nati dos braços de Evil e a forcei a caminhar comigo no gramado mais “feio”.
- Se você quer matar sua amiga, vá em frente.
Fuzilei Evil com o olhar. O bater cardíaco de Nati realmente demonstrava cansaço e fraqueza. Mas meu desejo em descobrir quem estava em perigo, era maior. Sempre que eu olhava para o maligno castelo, suava e sentia breves calafrios circular meu corpo. A adrenalina também estava incluída, tudo de mal percorria meu sangue pulsante na maratona nas veias. Minha visão ficava borrada e logo boa novamente. Tudo ia modificando-se quanto mais próximo estava do castelo. A cada passo, Nati ronronava ou rosnava de medo ou insegurança. Também percebi, que quanto mais próximas estávamos, mais moribunda Nati ficava. Sentia-me culpada em saber que a culpa era minha, mas Evil só piorava ainda mais a situação. Com seus longos e silenciosos passos, ele estava me deixando nervosa.
O gramado, antes belo e úmido, agora se tornara morto e seco. Todas as árvores e arbustos estavam nus com a quantidade mínima de folhas (secas).
Ouvi uns berros de um homem vindos do castelo. Me comprimi como uma corcunda pobre e doente. Todos a minha volta (Evil e Nati), apenas sussurravam orações. Minhas panturrilhas, fracas e exaustas da caminhada, cederam. Caí, perdendo pela gravidade, feito uma pedra de nove toneladas (exagero). Evil se curvou até mim para segurar meu braço. Eu estava fria e Evil havia percebido isso. É claro que por ter caído, Nati também caiu, mas não permiti que ela se machucasse e fiz o máximo que pude para deixá-la cair com o mínimo de impacto com o solo possível. Ela choramingou e xingou-me baixinho, mas ao me ver caída no matagal, partiu para cima de mim dando tapinhas de leve em minhas bochecha...
O desmaio foi instantâneo...


Acordei espirrando e respirando ofegante. Bufava. De minha boca saía fumaça, aquelas de inverno. Mas não estava inverno, principalmente sabendo que esse seria um dos meses mais quentes em décadas. Então por que esse frio que estou sentindo?
Espiei tudo a minha volta, mas não vi nada nem ninguém. Lembrei-me de Nati e Evil, mas só isso... Não lembrava como fui parar aqui, nem por que? Eu estava com amnésia? Pensava, com dificuldade.
Surgi então uma magnífica silhueta. Logo sua imagem solidifica-se e vejo Vênus. Ela estende sua mão em minha direção. Seu vestido rendado de um algodão vermelho tão belo e macio, bordado por fios de seda de ouro, destacando todas as perfeitas curvas da Deusa - a única com quem eu realmente me sentia focada/estável. Ela era - dos três Deuses - a única com que me sentia segura e bem. Fui concebida pelos dons mais extraordinários dos três Deuses! O que é impossível.
Ao tocar sua mão, bombásticas imagens surgiram diante de meus olhos. Uma visão tão bárbara que me fez sentir que estava presente, surgi ao meu lado. Uma imagem tridimensional. Com as pálpebras bem abertas, avisto dois seres atrás da Deusa. Um dos seres era uma menina de cabelos louros e olhos azuis. O outro ser era um homem de forma física perfeita e muito bonito. No momento, lembrei-me de um cavaleiro (aqueles dos contos de fadas) sobre um magnífico cavalo branco que galopava tão levemente... Mas minha fantasia é finalizada ao ouvir a rouca voz de Nati:
- Evan, ufa, você acordou!
Franzi as sobrancelhas e perguntei aflita:
- O que houve?
A Deusa me carregou nos braços - como já fizera antes- e se levantou devagar, dizendo:
- Filha, você desmaiou.
- Disso ela já sabe, Vênus - alertou Nati.
- Está bem. Mas algo a assustou, Natália. O que será que foi?
Nati não teve tempo de responder, pois me antecedi:
- Mar... Mar... Marce...
- Marcelo - sussurrou Nati. - Marcelo! - percebeu Nati.
- Aquele menino? O garoto da cabana, Evan? - perguntou a Deusa.
Todos se entreolharam e em uníssono exclamaram:
- Vivo!?
Com dificuldade, me soltei dos braços da Deusa. Com meu indicador, apontei nervosamente com a mão tremendo para o castelo.
- Vou até lá.
- Não - disse Evil me detendo ao segurar um de meus braços.
O encarei nervosa e murmurei:
- O que lhe importa?
- Evan, sou seu mentor.
- Não mais - foi a única coisa que pude dizer.
A Deusa me segurou pelo outro braço e frenética perguntou:
- O que isso significa?
- Significa que eu troquei de mentor, ou diria mentora?
Todos me olharam com uma cara de interrogação. Vênus se aproximou de mim e perguntou:
- Como assim, filha? - Vênus me soltou e olhou para o castelo. - Ele não vai concordar com isso.
- Isso não me importa. Mas já me decidi e mudarei de mentor.
Encarei Evil com raiva fazendo-o me soltar. Segui reto até me aproximar de uma cerejeira. Abocanhei um dos frutos maduros. O gosto me despertava prazer e força. Não ia desistir assim tão fácil.
Cambaleei até a próxima cerejeira e refiz o que fizer antes. Continuei fazendo o mesmo até estar completamente forte e esperançosa. Quando dei uma ultima olhada para trás, entristeci ao ver que Evil não estava mais lá. Mas continuei firme e forte em direção ao castelo.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Voltei!!!!!!!! Mas por pouco tempo...


Ooii, vou postar depois de um tempãaaaao.

Então, gente se vocês não sabem são férias! Give us a brake! [Se você não sabe o significado disso, vai no Google Tradutor.]
Poxa, nós blogueiros só fazemos postagens pra vocês, e vocês ainda ficam reclamando! Sério, eu estou acordando todo dia às 10 horas e dormindo às 2 da manhã, mas são férias!
É engraçado (e estranho) como nas férias, todos os Blogs travam. Tipo empacam! Mas se vocês não sabiam, o tal escritor tem uma vidinha. Pois bem, andei pensando se minhas férias estão sendo úteis, isto é, se EU estou fazendo coisas úteis. E sinceramente eu sei que NÃO. MAS eu compus uma música (no piano tá gente), aprendi outras duas : Fur Elise e Heal the Worl do Michael Jackson. Se isso não é útil, eu não sei o que é. Mas agora eu farei uma promessa, até sexta-feira a noite, eu vou escrever o outro capítulo da minha história e postar a tão misteriosa outra.
Eu sei que eu vou me fuder nesse juramento, até porque eu só vou escrever na quinta (último dia antes da validade XP) mas FODA-SE.


E é isso, amados.... Desejo a todos ótimas e úteis férias e que vocês se divirtam nesses dias nublados e gelados que São Paul, ou melhor, o Sul e o Sudeste estão proporcionando.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cuppycake song!!! Adorável *-*

E ai, blogueiros? Hoje eu tava na internet, no youtube mais precisamente, procurando o vídeo da música: "Bolinho de Arroz" e do nada decidi procurar isso aqui: "Cuppycake song". É tão adorável! Assistam e tentem acompanhar:






quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fracasso no teatro

Oh Manolo!
Esse meu amigo (não vou citar nomes), o S, foi muito fio da puta! Tipo é assim, na minha escola teve uma apresentação de teatro de inglês, e era de decorar (óbvio)! E o S não tinha decorado no dia! Então a professora deu outra chance, pois a culpa fora dele, por não ter decorado! E essa apresentação é mega important, pois é ela que vai ajudar na nota final de inglês! E aquele era o último dia da semana que podia-se apresentar (aliás, o único). A prof. disse que podíamos apresentar na quinta-feira das provas. Tudo bem, até ai... Mas, durante a prova, a professora nos interrompeu para informar que seria no dia sucessor, ou seja, sexta-feira.
Por isso deu um rolo dos grandes! Minha mãe não atendia ao telefone e eu queria avisa-la de que não precisava mais me pegar, pois eu iria de perua (a perua não ia esperar até depois da apresentação, então minha mãe ia buscar eu e a Ana!) já que a apresentação foi adiada. Na sexta, o S compareceu como combinado, mas como tinha médico, fugiu; desapareceu! E a prof, para que o S não perdesse nota, deu mais uma chance pra nóis. O problema: ninguém sabia que dia seria...
Na segunda-feira, era prova de inglês, e teve um erro na prova. Então a professora, a mesma da apresentação, nos comunicou. E eu aproveitei e perguntei quando seria, e ela disse que naquele mesmo dia. Porra! Eu não tinha avisado minha mãe pra vim me pegar e eu não estava preparada. Mas o S me fez o grande favor de falar por mim:
- Mas eu tenho que ir com a minha mãe.
A professora deu um sermão e disse que seria pra amanhã (hoje), sem falta.
Olhem isso! Além de ele ter faltado várias vezes nas apresentações, ele se recusou a fazer hoje! E eu estava ficando histérica! Fomos apresentar mesmo assim (sem o S), e como só eu sabia as falas do S, fui eu quem as disse também!
Deu tudo certo, Thank God, e EU que tinha umas 30 e poucas falas, não errei nada!

Todos menos o S ganhou a nota máxima, 6! Felicidade!

E é isso, beijos leitores!

Tédio, dá pra parar de contagiar! ¬¬


Percebi que diversos Blogs estão falando sobre o tédio... Que deprimente... Eu sei que algum dia eu vou postar sobre o assunto "Tédio", mas até lá, vamos zoar um pouco?.

Minhas amigas lindas e maravilhosas, não sintam-se ofendidas...............

Lá vai

Qual é a exata definição de "Tédio"? Resposta: não ter o que fazer.
Mas não é bem assim, pois são nessas horas que as pessoas pensam sobre a vida, brisam, pensam... Como assim pensam?? Pois bem, quando se está ocupado, nada vem ao pensamento. Nada! Mas quando se está quieto, distante do atual (presente), se pensa em tudo e todos. Nada foge do pensamento.
Por Exemplo:
Essas minhas amigas que postaram sobre esse assunto, na verdade não estavam entediadas - se bem que eu sei que elas estão falando do assunto em geral - e sim ansiosas em postar sobre isso!
Na verdade,não vou me meter na vida ou postagem dos outro, não estou nem aí! Se elas quiserem postar sobre isso, pois que postem! Sério, nada a ver essa minha postagem.

E é isso, beijos. Xau!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Contos, haja criatividade!








Uau, vida de escritora é dura, não que eu seja uma! Mas eu estou perto de ser. Estou escrevendo um conto que, se você lê deve saber qual é, é longo e muito trágico. Como eu diria: "é o romance que toda mulher tem de escrever!"


E é mesmo, umas amigas minhas me perguntam:
- Carol, será que eu faço um conto?

Galera, o que vocês querem que eu responda?! Sigam os caminhos do seu coração e alma, não busque a resposta nos outros mas em si!
Pois só você manda em si mesma!!!!

Beijos e abraços!